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Data: 13/07/2006


Associação Comercial da Bahia comemora 195 anos

A Associação Comercial do Estado da Bahia (ACB), a primeira da América Latina, comemora os seus 195 este mês, dia 15. Para festejar a data foi celebrada uma missa em ação de graças pelo frei José Ruy Lopes,no salão nobre da entidade. E nesta quinta-feira, 14, a presidente da ACB,Lise Weckerle, primeira mulher eleita para o cargo em toda a história da associação,

recebeu para um coquetel de confraternização o governador Paulo Souto, autoridades e empresários locais.
Há três anos presidindo a ACB, a economista, Lise Weckerle, com longo período de atuação à frente da Ótica Ernesto, um negócio familiar, adiantou que a associação está aberta para convênios com o Sebrae, Promo (Centro Internacional de Negócios da Bahia), Secretaria da Indústria e Comércio e da OAB para a realização de cursos para a capacitação de micros, pequenos e médios empresários, a fim de que possam acompanhar a evolução e progresso do comércio.
"Quando assumimos a nossa gestão, fui com a proposta de abrir para os micros, pequenos e médios empresários as portas da associação. Muitas vezes os problemas, ligados à economia, surgem pelo não preparo destes grupos. Por isto a associação se propõe a fazer convênios para uma melhor qualificação destes associados", afirmou.
A presidente destacou que a entidade participou e acompanhou o progresso e desenvolvimento do estado, sendo a primeira associação do gênero na América Latina, se antecipando até mesmo a de Portugal. "Nestes anos a Associação Comercial sempre esteve ligada aos interesses do empresariado e da comunidade", assinalou Weckerle.
Em 15 de julho de 1811, foi fundada a associação com o objetivo de os comerciantes terem um local condigno para se reunir regularmente e também para realizar seus negócios na Cidade Baixa, onde na época girava a economia da cidade. O vice-rei do Brasil, D. Marcos de Noronha e Britto, VIII Conde dos Arcos de Val de Vez, tinha interesse no desenvolvimento da província que governava, sede do maior porto do hemisfério sul na época, já aberto, desde 1808 às "nações amigas".
E o príncipe regente, D. João VI, queria promover o progresso da Colônia, sede provisória da Corte Portuguesa. A sede foi construída em um terreno cedido pela Corte, mas custeado inteiramente por subscrições dos comerciantes da Bahia, solenemente inaugurado com bênção, orquestra e pompa, os convidados ricamente vestidos e as senhoras, "convidadas para um copo d'água", trajadas com máximo luxo e riqueza. Os negociantes da Praça da Bahia, reconhecidos, ofereceram a D. Marcos uma espada de ouro".
Desde então a Associação Comercial tem tido atuação marcante na vida comunitária da Bahia, destacando-se os eventos mais marcantes: Em 1846, instituiu um "Curso de Contabilidade por Partidas Dobradas e Geographia", dirigido especificamente aos comerciantes, seus filhos e empregados, suprindo uma falta aguda de guarda-livros e elementos treinados em administração comercial.
Já no ano de 1849, importou da Inglaterra a primeira bomba contra incêndio em Salvador, com mangueiras e escada de molas, encarregando-se, ela mesma, da sua operação, até transferi-la para a Sociedade de Voluntários Contra Incêndios, uma companhia independente, à qual doou o equipamento;
Na área da saúde quando em 1855 teve a epidemia de "cólera-morbus", a ACB atuou de forma marcante, tomando a frente das ações comunitárias em favor das vítimas e oferecendo sua própria sede para seu atendimento. E em 1865, liderou as ações humanitárias para socorrer as famílias dos militares perecidos ou mutilados na Guerra do Paraguai, promovendo uma subscrição entre os negociantes da Praça, sem distinção de nacionalidade;
Adquiriu na França, em 1874 um monumento em comemoração às vitórias conquistadas na Guerra do Paraguai na Praça Riachuelo, custeando toda sua urbanização, juntamente com a Praça Conde dos Arcos e a Praça Deodoro da Fonseca, cuidando da sua manutenção e conservação.
Já no século XX voltou a auxiliar a corporação dos bombeiros, transformando-a em guarda noturna, assumiu seus débitos e reequipou-a com uniformes e todo o material adequado, doando-lhe duas novas bombas, compradas na Europa;
A seguir patrocinou a fundação da Escola do Comércio da Bahia e defendeu os interesses da nova instituição perante o governo e a classe empresarial, sendo que no ano da comemoração do primeiro centenário da sua fundação, financiou a reconstrução total da Praça Deodoro da Fonseca;
A ACB em 1917 foi declarada de utilidade pública pela Lei Federal no. 3.330, em reconhecimento da sua atuação em defesa de causas da sociedade e dos interesses das classes empresariais. E em 1941 foi considerado Órgão Técnico Consultivo do Poder Público pelo Decreto Federal no. 8.130.
Teve um papel importante para a instalação do Pólo Petroquímico de Camaçari, liderando em 1970 o movimento da iniciativa privada, somando esforços com o Governo do Estado, para a implementação do pólo, cujo ato de constituição foi assinado em solenidade realizada no seu Palácio sede, em outubro de 1971.
Recentemente pode se destacar o importante papel da associação na coordenação de todas as entidades de representação empresarial da Bahia na tentativa de impedir a liquidação do Banco Econômico e seu empenho na promoção do projeto de autoria do vice-presidente da República, Marco Maciel, quando senador, de criação de Câmaras de Arbitragem.
Em1999, em parceria com o Instituto Miguel Calmon, foi lançada a série de eventos denominados "Café da Manhã com Empresários" que vem trazendo a Salvador personalidades do primeiro escalão entre as lideranças do governo e da iniciativa privada.
Dentre os expositores, estão ministros de Estado, membros do Congresso Nacional e altos dirigentes das maiores empresas do País, que debatem, com o empresariado local, assuntos relevantes da atualidade. O "Café da Manhã com Empresários", realizado regularmente a cada mês, figura com destaque na agenda de eventos importantes do Estado da Bahia. Atualmente, a Associação Comercial da Bahia lidera a campanha em prol da revitalização do bairro do Comércio, não só para que retorne à sua antiga condição de centro financeiro da cidade, mas também para modernizá-lo, inclusive no aspecto turístico.

Fonte: Tribuna da Bahia (www.tribunadabahia.com.br)

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Exportações baianas crescem 31% no semestre

As exportações baianas somaram mais de US$3,06 bilhões no primeiro semestre de 2006, contabilizando um incremento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado. Com esse resultado, as vendas da Bahia para fora do país representaram quase 58% de todo o volume da região Nordeste (US$5,29 bilhões) e 5% do país (US$60,9 bilhões). Já as importações do estado registraram US$1,88 bilhão nos primeiros seis meses do ano, montante 17,8% maior que o de 2005.
Os produtos mais exportados pela Bahia no primeiro semestre foram óleos combustíveis, automóveis, pastas e fios de cobre, sendo Estados Unidos, Argentina, Bahamas, México e Itália os principais mercados consumidores. Já na lista dos produtos importados pelo estado, estão no topo sulfetos, naftas, automóveis, óleos brutos e trigo, tendo como principais fornecedores Chile, Argentina, Estados Unidos, Argélia e China. As principais empresas exportadoras foram a Petrobras, Ford, Caraíba Metais, Braskem e Veracel, enquanto as maiores importadoras foram a Caraíba Metais, Braskem, Ford, Petrobras e Brastec.
Em nível nacional, todos os resultados dos seis primeiros meses do ano são recordes históricos, à exceção do saldo comercial. As exportações somaram US$60,9 bilhões, as importações, US$41,3 bilhões, resultando em saldo comercial de US$19,5 bilhões e corrente de comércio de US$102,2 bilhões. Sobre igual período de 2005, as importações aumentaram 21,6% e as exportações, 13,5%. A corrente de comércio, no mesmo período comparativo, expandiu-se 16,6%, enquanto o saldo comercial registrou redução de 0,6%.
Na avaliação apenas do mês de junho, as exportações baianas chegaram a US$562,7 milhões, segundo melhor resultado do semestre, perdendo apenas para março (US$591,7 milhões). As importações também tiveram destaque em junho, contabilizando o volume de US$373 milhões, maior resultado entre os seis primeiros meses do ano. Na comparação com junho de 2005, as vendas para fora do estado tiveram um crescimento de 16% e as importações registraram queda de quase 15%.
No Brasil, as exportações, em junho, somaram US$11,4 bilhões, cifra recorde mensal, 17,4% maior que o resultado do mesmo mês de 2005. As importações totalizaram US$7,3 bilhões, com incremento de 24,8% em relação a junho do ano anterior. O saldo comercial registrou valor de US$4 bilhões e corrente de comércio de US$18,788 bilhões, cifras também recordes para meses de junho.
O porto de Salvador acompanhou o movimento das exportações. O Tecon Salvador, por exemplo, pertencente ao grupo Wilson, Sons, que controla 90% da carga movimentada no porto, registrou crescimento de 12% no primeiro semestre de 2006 ante o mesmo período de 2005. O terminal movimentou nos primeiros seis meses do ano um volume de cargas de 111.944 TEUs (um TEU equivale a um contêiner de 20 pés) contra 100.233 TEUs contabilizados de janeiro a junho do ano passado.
'Com o dólar extremamente desvalorizado, o resultado obtido pelo Tecon se torna ainda mais relevante. Nosso exemplo é uma mostra de que a Bahia está conseguindo movimentar mais cargas, reforçando o desempenho constante da economia do estado acima da média nacional', destaca o diretor executivo do Tecon Salvador, Demir Lourenço, citando resinas, móveis, couro, calçados e café como os produtos que mais passaram pelo terminal ao longo do primeiro semestre.
O recinto alfandegário Eadi Salvador, do grupo Columbia, contabilizou expansão ainda maior, de 27% entre janeiro e junho deste ano, com 2.424 contêineres movimentados. Mas a expectativa da empresa, segundo o gerente comercial Maurício Sena Brito, era de números melhores. 'O crescimento foi representativo, maior que em anos anteriores, mas foi prejudicado pela greve dos auditores fiscais, que durou dois meses. Durante esse período, muitas empresas desistiram de transportar cargas para evitar gastos com mandatos de segurança, de cerca de R$3 mil com cada um. Na maior parte dos casos, apenas as empresas que transportam produtos de grande valor agregado apelavam para o documento', diz o executivo.
A aposta da empresa para o segundo semestre são os investimentos em centros de distribuição. 'Com a modernização de instalações e compra de máquinas e equipamentos, estamos prospectando novos negócios, sem falar nos projetos para implantação de novas fábricas na Bahia. No total serão investidos pelo Eadi Salvador cerca de R$2 milhões em 2006', revela Brito. Na estação aduaneira, os produtos mais freqüentes entre janeiro e junho de 2006 foram os eletroeletrônicos, matérias-primas para indústrias e veículos.

Fonte: IBahia (www.ibahia.com)

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Vigilância Sanitária vai atender em novo endereço

A Vigilância Sanitária (Visa) da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) passa a atender ao público em novo endereço, a partir de segunda-feira (dia 17). Juntamente com os demais serviços que integram a Coordenação de Saúde Ambiental (Cosam), a Visa funcionará na Rua Gabriel Soares, nº 58, também conhecida como Ladeira dos Aflitos. Outra alternativa de atendimento ao público e para estabelecimentos comerciais que necessitem de Alvará de Saúde é o posto da Vigilância Sanitária no SAC Boca do Rio.
O Setor de Protocolo da Vigilância Sanitária continuará funcionando na sede da SMS, na Avenida Sete de Setembro, nº 2019, Corredor da Vitória, principalmente para atender às solicitações de Alvará de Saúde. O documento tem validade por um ano e a renovação deve ser solicitada até dois meses antes da data do vencimento.
A mudança de equipamentos, mobiliário e pessoal da Visa para os Aflitos começou ontem (quarta-feira). Por esta razão, o atendimento ao público está suspenso até amanhã (sexta-feira) e será retomado segunda-feira, já no novo endereço, no horário das 13 às 17 horas.
Durante o período de transição, quem necessitar fazer alguma reclamação sobre a qualidade de serviços prestados por estabelecimentos que comercializem alimentos, medicamentos, que oferecem hospedagem, ou com relação a clínicas médico-odontológicas, que realizem procedimentos não-invasivos, podem recorrer ao posto da Vigilância Sanitárias no SAC Boca do Rio ou à Ouvidoria da Secretaria Municipal da Saúde.
A Ouvidoria realiza o atendimento presencial na Rua Carlos Gomes, nº 63, 2º andar. Também oferece a possibilidade pelo telefone 3266-5600, ou através da Internet no endereço eletrônico ouvidoria.saude@salvador.ba.gov.br
A Vigilância Sanitária é um dos muitos serviços que a Prefeitura coloca à disposição da população diariamente, como parte de sua missão de zelar pela saúde dos moradores de Salvador. Dentro da estrutura da SMS, a Visa integra a Coordenadoria de Saúde Ambiental (Cosam), juntamente com a Vigilância Epidemiológica (VIEP) e o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), serviços que atuam diretamente na prevenção de doenças transmissíveis de pessoa a pessoa e/ou por insetos e animais.
A Visa tem por atribuição inspecionar e fiscalizar estabelecimentos que comercializem alimentos exclusivamente no varejo em Salvador, além da qualidade de serviços como restaurantes, hotéis, motéis, clubes, salão de beleza, creches e outros estabelecimentos de interesse da saúde pública.
Também são inspecionadas pela saúde municipal as drogarias e clínicas médicas que prestam atendimento ambulatorial não-invasivo. O trabalho da Vigilância Sanitária é essencialmente preventivo e tem como objetivo evitar ameaças à saúde pública.

Fonte: Secom PMS (www.pms.ba.gov.br)

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Prefeitura apóia cooperativas de catadores

Dar um novo destino aos produtos pós-consumo é o grande desafio do século XXI. A Prefeitura de Salvador se associa a esse desafio e vem incentivando a coleta seletiva na cidade, através do apoio da Empresa de Limpeza Urbana (Limpurb), a criação e manutenção de cooperativas de catadores.

"Promovemos cursos sobre o processo de triagem de plásticos, papéis, metais e vidros, oferecemos fardamento e equipamentos, facilitando o contato com possíveis clientes, entre outras formas de apoio", informou o presidente da Limpurb, Alexandre Brust. As cooperativas de catadores, além de colaborar com a preservação do meio ambiente, contribuem diretamente também para a geração de emprego e renda na capital baiana.
A Limpurb apóia hoje as cooperativas Cooperbrava, Coopbariri, Coopcicla e Cooperssf (já legalizadas) e outras em processo de implantação, como Canore, Cooperpaz, Recicoop, Recicla Cajazeiras, Acores, Campet, Cooperdim, Coocreja e Mata Escura. A meta, de acordo com Brust, é a inauguração de, pelo menos, 18 cooperativas de coleta seletiva até o fim da gestão João Henrique, proporcionando a geração de emprego e renda para cerca de 900 trabalhadores sem especialização. O total de cooperados das unidades já legalizadas e daquelas em processo de implantação é de 533 catadores, mas estima-se que existam em torno de dez mil catadores em Salvador.
Na opinião do diretor-presidente da Cooperssf (Cooperativa de Reciclagem e Serviços do Subúrbio Ferroviário), Luiz Alberto Oliveira, as cooperativas não teriam condições de sobrevivência se não fosse o apoio dado pela Prefeitura. "As empresas que compram lixo reciclável só se interessam por grandes tonelagens. Como o volume produzido individualmente por cada cooperativa é pequeno, a Limpurb promove a reunião dessas produções, possibilitando a negociação com os clientes", explicou. Como exemplo, Luiz Alberto citou a parceria firmada com a empresa Eternit, que passou a comprar papel jornal das cooperativas para fabricação de telha ecológica.
Ele citou ainda a ajuda da Limpurb na construção da sede da cooperativa numa área que se encontrava em ruínas e, mais recentemente, de um galpão. "Fora tudo isso, a Limpurb nos cedeu, através do contato com empresas terceirizadas que realizam a limpeza urbana de Salvador, uma prensa hidráulica, carros de mão, carros de tração humana, entre outros equipamentos de suma importância", enumerou. Segundo Oliveira, o apoio logístico dado pela empresa municipal permanece, na parte técnica, na disponibilização de uma caçamba com motorista em tempo integral e nos contatos com empresas.
O surgimento das cooperativas tem mudado a vida de muitos catadores que, antes, passavam o dia fazendo coleta seletiva nos lixões e vendendo o material reciclável por preços irrisórios aos atravessadores. "Eles se matavam de trabalhar e não tinham um ganho real. Hoje, o quilo da garrafa PET passou de R$ 0,10 para R$ 0,69, e do papelão, que não chegava a R$ 0,05, está em torno de R$ 0,16", comemorou Oliveira. Toda a receita das cooperativas vem das empresas que compram o material reciclado. O rateio mensal, com base na receita líquida, assegura uma renda mensal aos cooperados em torno de um salário mínimo.
O material bruto utilizado pelas cooperativas vem de doações ou convênios com grandes empresas e alguns condomínios que estão instalando o processo de coleta seletiva. "A partir da solicitação dos condomínios, enviamos um palestrante ao local para orientar os condôminos a separar vidros, metais, plásticos e papéis do lixo orgânico e sobre a importância desse ato voluntário para o meio ambiente. Também distribuímos material informativo e sacos de 80 a 120 litros para a triagem do material reciclável", informou Luiz Pimentel, coordenador da Cooperativa de Catadores de Canabrava (Cooperbrava), formada por 36 ex-catadores do aterro sanitário.
Mas, segundo ele, qualquer pessoa pode colaborar. "Basta fazer a triagem do material reciclável e entrar em contato com uma das cooperativas. Buscamos na própria residência", enfatizou. A coleta seletiva, reforça Pimentel, é uma alternativa ecologicamente correta que, ao desviar do destino em aterros sanitários ou lixões, resíduos sólidos que poderiam ser reciclados, faz com que parte do lixo deixe de virar uma fonte de degradação para o meio ambiente e se transforme numa solução econômica e social viável, passando a gerar emprego e renda.
Entre as diversas vantagens, ele enumerou a diminuição do consumo de matérias - primas virgens (muitas delas não são renováveis e podem apresentar ainda exploração dispendiosa), redução da poluição do solo, água e ar, melhoria da limpeza da cidade e da qualidade de vida da população, prolongamento da vida útil dos aterros sanitários, geração de emprego e renda para a população não-qualificada, estimulação da concorrência (uma vez que os produtos gerados a partir dos reciclados são comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens) e contribuição para formação de uma consciência ecológica.

Fonte: Secom PMS (www.pms.ba.gov.br)

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Lula diz que pretende trazer Olimpíada e Copa para o Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que pretende trazer a Olimpíada para o Brasil. Segundo ele, os Jogos Pan-Americanos de 2007, que serão realizados no Rio, são a primeira etapa do processo para atingir essa meta.
"Nunca houve Olimpíada na América Latina [na verdade, o presidente se enganou, pois o México foi sede em 1968]. Normalmente, [os Jogos Olímpicos] se dão no mundo rico e desenvolvido. Com a realização dos Jogos Pan-Americanos no Brasil, queremos mostrar que podemos fazer igual ou melhor do que qualquer país rico do mundo já fez. Vamos começar com o Pan", disse Lula.
Além da Olimpíada, Lula afirmou que também gostaria que a Copa de 2014 fosse realizada no Brasil. "Nós estamos de olho mesmo em fazer acontecer duas coisas no Brasil. Primeiro é tentar trazer a Copa do Mundo de 2014 para o Brasil (...). E também as Olimpíadas. Está na hora do mundo esportivo perceber que o Brasil merece uma nova chance. Nós precisamos sonhar, acreditar, ousar e trabalhar."
Numa referência ao resultado do Brasil na Copa de 2006, Lula disse que está começando uma nova era para o esporte no país. "Estamos começando uma nova era no esporte. O esporte não pode ser o resultado de um esforço pessoal de um atleta ou do resultado individual de um clube."
O presidente participou nesta quinta-feira, 13, do lançamento do mascote dos Jogos Pan-Americanos de 2007, que será a imagem de um sol. O nome do mascote será definido por votação. Entre os nomes que fazem parte de uma lista estão Cauê, Luca e Kuará.

Fonte: Folha On Line (www.folha.uol.com.br)

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